sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Humanidade Desumana


Quando esperamos a manhã nos acordar

A dor se cala, se conscente, se esconde

Para mais tarde no peito jovem vir gritar.

Quando o presente tem gosto de passado

Cara de futuro inexistênte e apagado

Os dias que por fim virão

Serão meu claros na escuridão.

Eu só queria era ver e acreditar

Na Humanidade humanizada

Com sede e força para amar

Eu só queria era ver no sangue

Onde se escreve teu nome

Era não ver nos homens a ingratidão

E o ódio que por fim consome.

Quando o céu estender teu manto

Quando o silêncio se fazer proceder

Em dias e dias tua a dor desaparecer

Quando a consciência por fim falar

Um anjo ler teus pecados

A Humanidade se humanizar

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